““O posicionamento entre o passado e o futuro não equivale, para uma parte dos instituidores, à subalternização do momento presente, aquele que marca a sua entrada na história familiar. Seja condicionado os imediatos sucessores com exigências que os beneficiem directamente, seja afirmando a importância do acto que estão a realizar, colocam a tónica no momento fundador, afirmando-se como princípio ordenador de uma nova linhagem.””