““O triunfo da não-autenticidade tem seu acabamento na atividade filosófica, esta complacência no ''se'', e na atividade profética (religiosa, moral ou política), esta apoteose do ''nós''. A definição é a mentira do espírito abstrato; a fórmula inspirada, a mentira do espírito militante: uma definição encontra-se sempre na origem de um templo; uma fórmula reúne inelutavelmente os fies. Assim começam todos os ensinamentos. Como não se voltar então para a poesia? Ela tem - como a vida - a desculpa de não provar nada.””