I. (...) E eu contemplava-o, com ânsia e sobressalto, como…
““I. (...) E eu contemplava-o, com ânsia e sobressalto, como se tentasse fixá-lo, prende-lo à vida! Toda a minha ternura, em alvoroço, me subia aos olhos; ia direita a ele; era uma sombra vã, protegendo-o! De que valeu? Ah! Como eu sinto transmudar-se em culpa o esforço inútil! II. Quando o vi doente, no leito, compreendi tudo. O que o instinto suspeitara, confirmou-o a minha consciência. (…) A dor eterna de o perder, acordou meu espírito, que me disse tudo, nesse trágico instante em que as lágrimas fulgem misteriosas revelações. (…) IV. (...) eu estive presente no teu Drama! (…) Vi a noite cair da luz do sol! Estremeci no grande terramoto, e a minha esperança sumiu-se nos túmulos entreabertos.””
About This Quote
This interpretation was drafted with AI assistance. It is one reading of the quote, not the author's own explanation.
The poet reflects on futile effort, guilt, and existential dread, confronting mortality and loss.
In simple terms: A struggle with guilt and loss in the face of death.
Acknowledge suffering, seek meaning.
Themes
Mood
Type
When to use this quote
- grief counseling
- creative writing
- philosophical discussion
Key Concepts
Questions to Reflect On
- What does the poet fear most?
- How does guilt shape perception of loss?
The poem’s intensity may overwhelm some readers.