Engana-se, Estella! Faz parte de minha vida desde que a…
““Engana-se, Estella! Faz parte de minha vida desde que a conheci, faz parde de mim mesmo! Eu a vi em cada linha que li depois da primeira vez que aqui vim, sendo ainda um pobre menino grosseiro e vulgar, um menino cujo coração feriu. Desde então esteve em todos os meus sonhos de futuro. No rio, nas velas dos navios, nos pântanos, nas nuvens, na luz, nas sombras no vento, no mar, nos matos e nas ruas foi a personificação de todas as fantasias graciosas que meu espírito concebeu. As pedras com que se construíram os mais sólidos edifícios de Londres não são mais reais do que a sua influência sobre mim. E lhe seria mais fácil deslocá-las com suas mãos de mulher do que afastar da minha vida a sua presença constante e sua influência. Aqui em toda parte. Hoje e sempre, Estella. Até a última hora da minha vida, Estella, viverá no íntimo do meu ser, será uma parte do pouco do bem e do pouco do mal que há em mim. Mas quando estivermos longe um do outro, nas minhas recordações eu a associarei sempre ao bem, só ao bem, porque deve me ter feito muito mais bem do que mal. Apesar do sofrimento atroz que agora sinto... Oh! que Deus a guarde! que Deus a Perdoe.””
About This Quote
This interpretation was drafted with AI assistance. It is one reading of the quote, not the author's own explanation.
The narrator expresses an obsessive, all‑consuming love for Estella, seeing her as both inspiration and torment, shaping his identity and destiny.
In simple terms: He is deeply attached to Estella, seeing her influence as vital.
Acknowledge love but seek balance.
Themes
Mood
Type
When to use this quote
- personal relationships
- creative inspiration
- emotional healing
- self‑reflection
Key Concepts
Questions to Reflect On
- How does idealizing someone affect your self‑worth?
- Can love be both constructive and destructive?
His devotion may blind him to reality and hinder personal growth.