Amor Quote by Anonymous
““Sou nada" O alvor e a brancura ressaltam da calçada. O crepitar das castanhas, O sublime tremor do profundo. O correr das persianas. É o acordar do Mundo. Recostada numa humilde casa, cujas paredes enfatizam a luz que irradia do recém nascido dia, uma pálida figura, tocando numa velha guitarra, tarda sua fatal fortuna. E eu, cambaleando insegura, em comunhão com o desafinar do obsoleto instrumento, me arrasto p'las ruas da amargura. Sou a sombra do que fui. E as memórias? Essas... são como epitáfios dos dias que já morreram, vítimas do desfiar desenfreado do tempo. Dias como este, que brilham com a intensidade de um primeiro amor. Nada é imune à sombra.””
About This Quote
Source Poem: Unknown Portuguese poem, likely contemporary literary work
The speaker reflects on fleeting existence, memory, and the inevitability of time’s erosion, using vivid sensory images to convey melancholy and yearning for meaning.
In simple terms: Life is fleeting and memories fade, but moments can shine brightly.
Embrace present moments despite impermanence.
Themes
Mood
Type
When to use this quote
- walking through city streets
- listening to old music
- contemplating personal history
- writing poetry
Key Concepts
Questions to Reflect On
- How do you find meaning in fleeting moments?
- What role does art play in confronting mortality?
The abstract language may obscure concrete lessons for some readers.