““O Gil Fazeres morreu a partir do momento em que começou a perceber as coisas quando batia com a cabeça nas lâmpadas. Pumba, ficou maluco, era tudo simples, tinha percebido tudo. Um dia, disse-me (enquanto puxava a pele da maçã-de-adão): já percebi isto tudo. Tudo o quê? Perguntei eu. As searas? Não, disse-me ele, mais do que isso, o universo. Eu dei-lhe a mão e comecei a chorar porque isso era uma coisa muito triste. E tinha razão, porque ele morreu pouco tempo depois.””