“Quantos enfeites para celebrar a vida? Ou mascarar a morte?! Eu desenho com ousadia a exata quantidade necessária pro meu peito sossegar.” — Filipe Russo Copy Share Image
“Reduzi os fantasmas do passado a meras imagens quebradas mas mesmo assim eu não os exorcizo de vez, temendo mais o esquecimento… — Filipe Russo Copy Share Image
“Ensaiando sobre multiverso e elevando a literatura à liberdade do infinitário eu ergui inventos graciosos para fazer sombra sob a qual cessar… — Filipe Russo Copy Share Image
“Eu estive sepultado, mumificado, conservado nas catacumbas da linguagem; a esperar o sopro de graça que me devolvesse à vida.” — Filipe Russo Copy Share Image
“A morte? Momento em que a matéria de tão enlouquecida sofre um primeiro e último surto de lucidez suicidando-se.” — Filipe Russo Copy Share Image
“Ao te ler eu me atualizo, com um beijo me informo da tua situação tão precária quanto a minha.” — Filipe Russo Copy Share Image
“Cuspiu várias farpas que se incrustaram nas minhas profundezas; cistos malignos, cristais de veneno.” — Filipe Russo Copy Share Image
“Incuti em cada cutícula, emanei via maná, irradiei em alto e bom som as palavras do mais íntimo.” — Filipe Russo Copy Share Image